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	<title>WhiteTiger &#187; Tecnologia</title>
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	<description>Mercado financeiro e investimentos. Conhecimento que traz sucesso.</description>
	<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 23:12:14 +0000</pubDate>
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		<title>Para os maiores problemas da humanidade há as soluções mais simples</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 23:12:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Itiho Amano</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Cheguei a expressar a frase que intitula este texto hoje. Como eu estava enganado.
Trabalho com informática a algum tempo e algumas coisas não entendo. Possivelmente minha mente lógica nunca me permitirão entender. Como todo &#8220;informático&#8221; sou adepto da padronização de processos.
&#8220;Não se informatiza puteiro!&#8221; dizia um professor meu.
O mesmo não poderia estar mais certo. Alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cheguei a expressar a frase que intitula este texto hoje. Como eu estava enganado.</p>
<p>Trabalho com informática a algum tempo e algumas coisas não entendo. Possivelmente minha mente lógica nunca me permitirão entender. Como todo &#8220;informático&#8221; sou adepto da padronização de processos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Não se informatiza puteiro!&#8221; dizia um professor meu.</p></blockquote>
<p>O mesmo não poderia estar mais certo. Alguns vêem a informática como um meio de resolver seus problemas. Eu vejo como um meio de agilizar o processo. Se não há organização sem a informática, com ela você terá apenas uma desorganização informatizada.</p>
<p>Processos devem ser padronizados e o mais desburocratizado possível. Estes fatores geram performance de forma a gastar menos recursos (humanos, materiais e temporais), bem como possibilitam retirar as informações necessárias.</p>
<p><span id="more-84"></span>Recentemente me solicitam um sistema simples para geração de um número seqüencial para ofícios. A máxima &#8220;O usuário não sabe o que quer&#8221; pode ser aqui muito bem aplicada. Como todo bom poguer (Programador Orientado a Gambiarra) fui procurar algo pronto que os atendesse.</p>
<p>Qual não foi a minha surpresa ao descobrir que o sistema para controle de documentos (inclusive ofícios) pode gerar o número seqüencialmente, se assim desejar.</p>
<p>Foi neste momento que afirmei &#8220;Para os maiores problemas da humanidade há as soluções mais simples&#8221;. Fui eu todo feliz apresentar a solução para o solicitante. Qual não foi minha surpresa ao me falarem que não atendia pois o usuário não cadastra os documentos no sistema. O sistema existe mas não usam (assim como outros que tenho aqui).</p>
<p>Estou eu me perguntando se ter um papel pregado na parede para os usuários preencherem a caneta não resolveria o problema já que eles não usarão o sistema mesmo.</p>
<p>Com essa boa notícia eu começo minha semana. Vou sair e tomar meus dois choppinhos e ir para casa (de taxi porque a lei seca está batendo).</p>
<p>Boa semana.</p>
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		<title>Positivo e operante</title>
		<link>http://www.whitetiger.com.br/positivo-e-operante/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 01:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Itiho Amano</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Positivo]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas coisas que eu gosto: Tecnologia e dinheiro. Assim, falarei das duas coisas aqui. Com o mercado de venda de computadores aquecido devido à queda dos preços dos computadores no País (dólar baixo estável), expansão do crédito ao consumo e aumento da renda das classes de menor poder aquisitivo, quem entrou nesta barca é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.whitetiger.com.br/wp-content/uploads/2008/02/positivo_linha_w2.jpg" title="Positivo Informática"><img src="http://www.whitetiger.com.br/wp-content/uploads/2008/02/positivo_linha_w2.jpg" alt="Positivo Informática" align="left" height="115" width="169" /></a>Duas coisas que eu gosto: Tecnologia e dinheiro. Assim, falarei das duas coisas aqui. Com o mercado de venda de computadores aquecido devido à queda dos preços dos computadores no País (dólar baixo estável), expansão do crédito ao consumo e aumento da renda das classes de menor poder aquisitivo, quem entrou nesta barca é a Positivo Informática, empresa brasileira que atua no segmento de computadores populares.</p>
<p>As vendas de computadores (incluindo desktops e notebooks) da Positivo cresceram 66,4% em 2007 em relação a 2006, chegando a 1,389 milhões. O maior crescimento veio com a venda de notebooks, cujas vendas cresceram 423,9% no ano passado.</p>
<p>Isto tudo se refletiu nos papéis da empresa.<span id="more-65"></span>Em Dezembro de 2006 a empresa abriu o seu capital com a ação sendo vendida a R$ 24. No dia 19 de Setembro ela estava cotada em R$ 49, formando o topo histórico confirmado em Dezembro. Para quem não sabe fazer as contas, isso é uma valorização de 100% em um ano.</p>
<p>Janeiro não foi um mês nada bom para a empresa. Esta fechou hoje em R$ 27,8. Parece-me que assim que a tendência retornar para altista é um momento muito interessante para compras, até mesmo por que para 2008, a <a href="http://www.abinee.org.br/">Abinee</a> aposta num aumento das vendas em 17%, elevando para 11,7 milhões o número de computadores comercializados. Os laptops representarão 33% das vendas totais de PCs neste ano, estima a associação.</p>
<p>Com tora certeza a Positivo irá abocanhar uma boa parcela dessa pizza.</p>
<p>Estou de olho</p>
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		<title>Operadoras telefônicas. Difícil com elas, impossível sem elas.</title>
		<link>http://www.whitetiger.com.br/operadoras-telefnicas-difcil-elas-impossvel-sem-elas/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jan 2008 14:37:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Itiho Amano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[ANATEL]]></category>

		<category><![CDATA[Brasil Telecon]]></category>

		<category><![CDATA[GVT]]></category>

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		<description><![CDATA[A importância das operadoras telefônicas não precisa ser argumentado. O problema aqui é a qualidade dos serviços.
A exatos 6 dias tento fazer o cancelamento de uma linha telefônica e consequentemente do serviço de ADSL. O motivo para o cancelamento? A ineficácia dos serviços e incopetência de seus técnicos. A aproximadamente 3 meses que meu telefone [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A importância das operadoras telefônicas não precisa ser argumentado. O problema aqui é a qualidade dos serviços.</p>
<p>A exatos 6 dias tento fazer o cancelamento de uma linha telefônica e consequentemente do serviço de ADSL. O motivo para o cancelamento? A ineficácia dos serviços e incopetência de seus técnicos. A aproximadamente 3 meses que meu telefone não funciona corretamente (toca só quando quer) e mês passado minha internet caía constantemente o sinal (me senti na era da internet discada). Liguei reclamando e o técnico foi na minha residência averiguar. Ele colocou o modem dele e funcionou corretamente e disse que o problema era meu modem, mesmo eu argumentando que a internet tinha momentos que  estabilizava por horas.</p>
<p>Comprei um modem novo (inclusive outro modelo) e coloquei para testar. Logicamente deu o mesmo problema. Cansei do serviço da Brasil Telecon  e resolvi passar a sofrer com a GVT.</p>
<p><span id="more-62"></span>O técnico da GVT  foi instalar meu telefone. Puxou fio em 10 lances de postes (quase 400m) para colocar o telefone. Fez a instalação e funcionou perfeitamente. Me passou os dados do número e disse que era pra mim ligar na central para que me auxiliassem na configuração da ADSL. Eu de bedelho fui tentar fazer sozinho. Já estava habilitado o sinal mas não conectava. Fui no console do moden para ver qual o erro apresentado: erro de autenticação. Liguei no número passado pelo técnico e fui apertando as opções (como isso é chato). O técnico me atendeu, perguntou meu modelo de modem e começou a me passar os procedimentos. Meu erro foi que a GVT já acatou a determinação judicial que fala da não necessidade de provedor para autenticação. Eles me passou o usuário e senha genérico deles e em seguida conectou.</p>
<p>POR ENQUANTO estou satisfeito com a GVT. Pagarei menos e ainda terei 4 vezes mais velocidade na internet.</p>
<p>O  problema não para aqui. Fui cancelar minha linha telefônica na Brasil Telecon. Estou neste processo desde quarta-feira passada. Hora estou fora do horário, hora me passam para o setor de cancelamento (tanto o do telefônico fixo quanto do Turbo) e chama até cair ou eu me cansar depois de literais 30 min. Quando consigo ser atendido me informam que o sistema deles caiou e não podem efetuar o cancelamento e é para mim ligar em novo horário. As vezes o próprio sistema me informa que não há atendentes livres e que é para mim ligar novamente mais tarde.</p>
<p><strong>Resultado:</strong> Eu cansei. Liguei para a ANATEL e formalizei minha reclamação (todos deveriam fazer isso). Desta minha reclamação saiu dois protocolos. Um da reclamação de não conseguir cancelar pela operadora e outro solicitando o cancelamento. A operadora tem o prazo de 5 dias úteis para a resposta.</p>
<p>Vou  continuar tentando cancelar pela operadora pois não quero ter a raiva de entrar com um processo contra eles. Vamos ver onde isso vai parar.</p>
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		<title>Mega Bolsa e o Home Broker</title>
		<link>http://www.whitetiger.com.br/mega-bolsa-e-home-broker/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 19:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Itiho Amano</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O que muito pouca gente sabe é que o investidor, por intermédio do Home Broker, não opera diretamente  na bolsa de valores. Se ele não opera na Bovespa onde ele opera?
Essa resposta é simples quando pensamos sobre a seguinte questão: Para que serve a corretora? A grosso modo a corretora faz a custódia dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que muito pouca gente sabe é que o investidor, por intermédio do Home Broker, não opera diretamente  na bolsa de valores. Se ele não opera na Bovespa onde ele opera?</p>
<p>Essa resposta é simples quando pensamos sobre a seguinte questão: Para que serve a corretora? A grosso modo a corretora faz a custódia dos papéis e intermedeia a compra e venda de ações. Essa segunda parte responde como o investidor opera na Bovespa. Ele o faz através das corretoras.</p>
<p><span id="more-57"></span>Entendamos o processo:</p>
<p>O investidor utiliza o sistema da corretora chamado Home Broker para efetuar a compra e venda de ações. Este é um procedimento interno da corretora. Tudo gira dentro do sistema dela e cada uma tem uma forma de funcionamento, tanto é que algumas tem mais opções que outras. Um exemplo disso é o <a href="http://www.whitetiger.com.br/2007/09/28/acoes-ordens-stop-loss-e-start-gain/">Stop</a> Móvel. Alguns Home Broker permite e outros não tem essa opção.</p>
<p><strong>Mega Bolsa</strong></p>
<p>Este é o sistema de negociação da Bovespa que       processa ordens de compra ou venda eletronicamente, ou seja, ele que recebe as ordens de compra e venda e efetivamente as executa.        Graças a sua plataforma de alto desempenho, a maioria das ordens enviadas       ao Mega Bolsa levam menos de um segundo para serem processadas.</p>
<p>Então o investidor envia suas ordens para o Home Broker da corretora. Esta verifica seu saldo e envia sua ordem para o sistema da Bovespa (Mega Bolsa). Esta processa e envia o resultado para o Home Broker (Executada, enviada, cancelada).</p>
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		<title>Fã-Boy - &#8220;Homem tatua todos logos do Ubuntu&#8221;</title>
		<link>http://www.whitetiger.com.br/fboy-homem-tatua-todos-logos-ubuntu/</link>
		<comments>http://www.whitetiger.com.br/fboy-homem-tatua-todos-logos-ubuntu/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Nov 2007 20:38:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Itiho Amano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<category><![CDATA[Tatuagem]]></category>

		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazer &#8220;evangelização&#8221; do Linux tudo bem. Eu mesmo incentivo a adoção deste excelente sistema operacional mas tem gente que exagera.

Este cara tatuou todos as logos das distribuições baseadas no ubuntu (xbuntu, kubuntu, edubuntu, etc) no braço. O Linux vive para mim e não eu para ele.
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer &#8220;evangelização&#8221; do Linux tudo bem. Eu mesmo incentivo a adoção deste excelente sistema operacional mas tem gente que exagera.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.whitetiger.com.br/wp-content/uploads/2007/11/fa-boy-ubuntu1.jpg" title="fa-boy-ubuntu1.jpg"><img src="http://www.whitetiger.com.br/wp-content/uploads/2007/11/fa-boy-ubuntu1.jpg" alt="fa-boy-ubuntu1.jpg" /></a></p>
<p>Este cara tatuou todos as logos das distribuições baseadas no ubuntu (xbuntu, kubuntu, edubuntu, etc) no braço. O Linux vive para mim e não eu para ele.</p>
<p class="akst_link"><a href="http://www.whitetiger.com.br/?p=44&amp;akst_action=share-this"  title="Enviar por e-mail, adicionar ao del.icio.us, etc." id="akst_link_44" class="akst_share_link" rel="nofollow">Compartilhe!</a>
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		<item>
		<title>Segurança em sistemas abertos e fechados</title>
		<link>http://www.whitetiger.com.br/seguranca-em-sistemas-abertos-e-fechados/</link>
		<comments>http://www.whitetiger.com.br/seguranca-em-sistemas-abertos-e-fechados/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 01:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Itiho Amano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[open source]]></category>

		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

		<category><![CDATA[sistemas fechados]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma discussão muito em voga nos últimos dias é a questão da abertura ou não do código fonte de sistemas e as implicações que isto tem sobre a segurança dos sistemas. A comunidade que apóia a liberação do código, sobretudo os adeptos do sistemas operacional Linux, afirmam que o trabalho cooperativo e a possibilidade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma discussão muito em voga nos últimos dias é a questão da abertura ou não do código fonte de sistemas e as implicações que isto tem sobre a segurança dos sistemas. A comunidade que apóia a liberação do código, sobretudo os adeptos do sistemas operacional Linux, afirmam que o trabalho cooperativo e a possibilidade de leitura do código fonte facilita o encontro de erros e logo a implementação de uma correção. Por outro lado os adeptos dos sistemas proprietários afirmam que a abertura do código facilita sim, o encontro de erros, mas que isto permite que atacantes explorem estas falhas no intuito de ver e alterar os dados do sistema ou mesmo o próprio sistema.</p>
<p><span id="more-20"></span>Analisaremos de início as indagações da comunidade de software livre que acredita, entre outas coisas, que a abertura do código fonte dos sistemas facilita a sua implementação, testes e correção de erros. O ciclo de vida de um software apresenta diversas etapas tais como especificação, análise, design, implementação, testes e manutenção. A questão de segurança deve estar encravada neste processo deste a especificação dada pelo requisitor do sistema até o encontro de falhas e posterior correção. A comunidade “open source” afirma que as etapas de testes e correções é onde o sistema ganha confiabilidade pois os testadores tem possibilidade e ler o código podendo assim encontrar as falhas com maior rapidez e assim implementar a solução ou no mínimo sugeri-la para o implementador designado.</p>
<p>Em contrapartida empresas que acreditam que deva-se manter a sua propriedade intelectual sobre sigilo, mantendo o código de seus sistemas, ou mesmo os insumos por ele produzidos, fechados para o conhecimento público, tecem afirmações que a confiabilidade de seus sistemas é maior pois o invasor não pode varrer o código atrás de brechas de segurança para poder explora-las.</p>
<p>Quando tratamos de testes, englobamos tanto testes feitos em nível Alpha como em nível Beta. O nível Alpha despende menor trabalho pois os testadores e/ou implementadores tem acesso ao código e este é executado antes do sistema entrar em produção. Os testes em fase Beta são feitos por técnicos sem a permissão de leitura de código, tendo assim, que todos os erros sejam reportados aos implementadores para que corrijam numa nova versão do software. O trabalho em fase Beta é muito mais complicado e engloba testes sucessivos para simular erros de usuários e análise de como o sistema se comportará nestes casos. Existe inclusive sistemas específicos, que sobre regras impostas, inserem dados e aplicam um regime intenso de testes sobre o software.</p>
<p>Agora quando o sistema em questão tem seu fonte aberto ao público, o usuário torna-se o testador Beta e pode reportar e sugerir alterações que melhorem o sistema como um todo, desde o seu desempenho até a implementação de novas funções antes não disponíveis. Essas sugestões também englobam a questão de segurança. Como a quantidade de usuários é extremamente superior que o número de testadores que uma empresa pode contratar, a diferença de velocidade que erros são encontrados torna-se bastante pertinente e também a discussão da comunidade sobre o assunto que torna a produção mais completa e satisfatória.</p>
<p>O fato é que nenhuma linha de código, open source ou mesmo proprietário, é 100% segura. Mas graças a seu processo liberal, em que há continuidade e revisão, o código aberto é menos suscetível a erros.</p>
<p>O argumento da “segurança pela obscuridade”, usado por softwares fechados, não funciona, em grande parte pelo fato de o código proprietário ser obscuro apenas aos que buscam encontrar e solucionar problemas.</p>
<p>Atacantes mais sofisticados não precisam dó código fonte para encontrar problemas de segurança. Estes podem observar o comportamento do programa, analisar seu binário e até rodar o programa em um descompilador para obter uma réplica razoável de seu código fonte, embora isto despenda um grande esforço computacional. Fechando o código fonte, perde-se a vantagem do fenômeno dos &#8220;muitos olhos&#8221;, tornando mais difícil a analise do programa, diminuindo a probabilidade de aprimorar o produto&#8221;. Graças à ininterrupta revisão, o software aberto passa por um processo de desenvolvimento continuado, com freqüentes atualizações. Ao contrário do que ocorre com fabricantes de software proprietário, os consumidores não precisam esperar por meses ou anos para o lançamento de uma nova versão. E isso leva a um produto de maior qualidade e mais confiável.</p>
<p>De final, acabamos de estar em concordância aos dois ponto de vistas, cada um do seu modo apresenta pontos positivos e pontos negativos mas, de maneira geral, o software livre apresenta uma evolução muito mais rápida, principalmente no quesito segurança, aumentando assim a confiabilidade do mesmo. Analisando a escalada da evolução do cenário computacional mundial, podemos prever a massificação do uso do software livre, até mesmo por empresas que antes eram adeptas de não disponibilizar seu código.</p>
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		<item>
		<title>Equipamentos compatíveis e serviços com Linux</title>
		<link>http://www.whitetiger.com.br/equipamentos-compativeis-e-servicos-com-linux/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Oct 2007 18:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Itiho Amano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[2007]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos objetivos deste blog é o incentivo ao uso de tecnologias e do Linux de uma maneira geral. Portanto eu estou participando da promoção para  divulgação da lista de equipamentos e serviços compatíveis com Linux.
Ajude a divulgar a lista brasileira de equipamentos e serviços compatíveis com Linux
&#8230;e concorra a MP4 e MP3 players, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos objetivos deste blog é o incentivo ao uso de tecnologias e do Linux de uma maneira geral. Portanto eu estou participando da promoção para  divulgação da lista de equipamentos e serviços compatíveis com Linux.</p>
<blockquote><p><strong>Ajude a divulgar a lista brasileira de equipamentos e serviços compatíveis com Linux</strong></p>
<p>&#8230;e concorra a MP4 e MP3 players, mochilas Targus, períodos de VoIP grátis e até a ventiladores USB - além de contribuir automaticamente para doações para a Wikipedia e o Wordpress! O <a href="http://br-linux.org/">BR-Linux</a> coletou mais de 12.000 registros de compatibilidade de equipamentos e serviços (webcams, scanners, notebooks, &#8230;) na sua <a href="http://br-linux.org/linux/pesquisa-hardware">Pesquisa Nacional de Compatibilidade 2007</a>, e agora convida a comunidade a ajudar a divulgar o resultado. Veja as <a href="http://br-linux.org/linux/divulgar-compatibilidade">regras da promoção</a> no BR-Linux e ajude a divulgar - quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux à Wikipedia e ao Wordpress.</p></blockquote>
<p>Divulgue e use muito bem esta lista. Quem sabe no ano que vem os fabricantes de equipamentos estejam mais preocupados com que seus equipamentos sejam compatíveis com o Linux.</p>
<p class="akst_link"><a href="http://www.whitetiger.com.br/?p=15&amp;akst_action=share-this"  title="Enviar por e-mail, adicionar ao del.icio.us, etc." id="akst_link_15" class="akst_share_link" rel="nofollow">Compartilhe!</a>
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		<title>Software Livre, interoperabilidade, padronização e usuários leigos</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Sep 2007 18:20:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Itiho Amano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Esse texto foi escrito a alguns meses e estava guardado. Como ainda é muito vivo resolvi posta-lo aqui.
Hoje me deparei com uma discussão, um tanto acirrada, com um usuário leigo sobre o openoffice. Tentei deixar de demagogias e o lado ideológico da coisa e algumas afirmações eu fui obrigado a analisar.
Dificuldades todos temos, seja com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse texto foi escrito a alguns meses e estava guardado. Como ainda é muito vivo resolvi posta-lo aqui.</p>
<p>Hoje me deparei com uma discussão, um tanto acirrada, com um usuário leigo sobre o openoffice. Tentei deixar de demagogias e o lado ideológico da coisa e algumas afirmações eu fui obrigado a analisar.</p>
<p>Dificuldades todos temos, seja com um sistema ou aplicação, serviço ou algo do gênero. Se nós administradores de sistema ou mesmo “hard users” temos dificuldades imagine um usuário leigo. Com isso vem a pergunta: Até que ponto devemos tentar quebrar paradigmas e alterar o que já virou padrão. Novas implementações com mais opções e recursos logicamente são bem vindos mas alterar o anterior? Será que nos preocupamos com nós mesmos ou com usuários na hora de desenvolvermos aplicações que eles utilizarão?</p>
<p><span id="more-13"></span>Não podemos ser demagogos. Temos de admitir que alguns sistemas tornaram-se padrões como é o caso da Switch de escritório da Microsoft. Como foi largamente utilizada algumas coisas toranaram-se padrões. Se é melhor ou pior não é o caso. A questão é o usuário. Para ele o que é mais importante? Para o usuário o que mais interessa é que ele possa utilizar o sistema sem pensar. Utilizar como ele já utilizava. Se aprender algo novo já é difícil, mudar isso é quase impossível. Como eu posso dizer para um usuário que tudo que ele aprendeu até o momento deve ser esquecido e reaprendido pois o novo sistema trabalha de outra forma?</p>
<p>Devemos nos preocuparmos em desenvolver soluções novas mas mantendo a facilidade de operação para os usuário e isso implica, sim, em utilizar de padrões. Se em um sistema para fazer tal procedimento o usuário seguia tal passos, em outro esses passos devem ser mantidos.</p>
<p>Talvez não nos preocupemos em sistemas simples mas em sistemas complexos onde a produção do usuário deve ser mantida. Logicamente que mudar a forma de se fazer um procedimento vai despender um esforço maior do usuário, o que consequentemente vai diminuir o seu rendimento.</p>
<p>Padronização. Esta palavra deve estar na mente dos desenvolvedores e administradores de sistemas. Vejamos um exemplo:</p>
<p>Você possui um teclado no padrão ABNT2 (meu preferido) e então a empresa em que trabalha decide só comprar teclados modelo alemão porque são mais baratos. O que ocorre quando o seu teclado quebra e é obrigado a trocar por um novo disponibilizado pela empresa?</p>
<p>Reposta: você perde mais tempo procurando a localização das teclas do que produzindo seu trabalho.</p>
<p>Então voltamos a nossa análise. Até que ponto a fuga dos padrões deve ser buscada? Os padrões devem ser alterados e se devem quem deve definí-los? Ao alteramos padrões, os usuários devem ser consultados e estarem em conformidade com as mudanças. Eles utilizarão as funções.</p>
<p>Já ouvi de alguns técnicos que usuário não sabe o que querem. Discordo. Eles sabem o que querem, apenas não sabem como faze-lo. Devemos ouvi-los e saber abstrair as informações e nunca tirarmos opções que eles utilizavam anteriormente.</p>
<p>Interoperabilidade é outra questão importante para os usuário. De maneira alguma o usuário deve ser incapaz de consultar e alterar dados que já possuía. A alteração de um sistema deve manter a capacidade de utilizar as informações que ele já possuía. Nestes casos a importância de um sistema poder abrir as outras informações é gigantesca. Neste ponto voltamos a importância do padrão. Padronização de formatos e não só de processos e funções.</p>
<p>Neste ponto os adeptos do software livre querem a padronização. Apenas querem que seus produtos sejam padrões mas não querem seguir uma padronização de outros apenas por preconceito e ideologia. A expressão que melhor caracteriza a situação é hipocrisia. É exatamente isso que o Software Livre está sendo. Hipócrita.</p>
<p>Espero que em um futuro bem próximo a mentalidade e convicções “religiosas” dos desenvolvedores sejam deixadas para trás em busca de satisfazermos nosso clientes. Em algum lugar da vida (internet) eu li algo assim: “Todas as pessoas tem clientes. Apenas analista de sistemas e traficantes têm usuários”. Acho que isso explica porque a classe é tão mal vista. Não tratamos nossos usuários como clientes e sim simples usuários, que são obrigados a utilizar os sistemas da forma como disponibilizamos para eles, sem a menor preocupação com seus interesses, vontades e necessidades.</p>
<p>Que Alá, Buda, Jesus, Deus e Jeová ajudem nossos usuários a terem paciência e clareie a mente dos administradores e analistas de sistemas.</p>
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		<title>Network Probe</title>
		<link>http://www.whitetiger.com.br/network-probe/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 19:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Itiho Amano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[Monitoramento]]></category>

		<category><![CDATA[Network Probe]]></category>

		<category><![CDATA[rede]]></category>

		<category><![CDATA[tráfego]]></category>

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		<description><![CDATA[Para todo administrador de redes, monitorar o tráfego em seus servidores é uma tarefa essencial. Muitas vezes é necessário saber onde está o “gargalo” da rede ou mesmo saber a procedência de um ataque ou solicitação.
Para monitorar seus servidores cada administrador possui em seu “canivete suíço” diversas ferramentas adequadas a uma situação e ainda ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para todo administrador de redes, monitorar o tráfego em seus servidores é uma tarefa essencial. Muitas vezes é necessário saber onde está o “gargalo” da rede ou mesmo saber a procedência de um ataque ou solicitação.</p>
<p>Para monitorar seus servidores cada administrador possui em seu “canivete suíço” diversas ferramentas adequadas a uma situação e ainda ao gosto pessoal do cliente/administrador. Eu experimentei algumas e tive a oportunidade de ver funcionando outras.</p>
<p>Infelizmente a distancia entre ferramentas proprietárias como o “SmartView Tracker”  da Checkpoint ou o “IronView” da Foundry Networks  e ferramentas open-sources/free é grande mas está diminuindo.</p>
<p>A alguns dias necessitei analisar o tráfego da minha rede. Existia um consumidor de banda noturno, então eu necessitava de um software que analisasse o tráfego passando pelo meu roteador Linux para saber quem estava utilizando os serviços nesta hora (normalmente madrugada). Vasculhando na internet encontrei o “Network Probe”. Um excelente analisador de tráfego em tempo real. Extremamente fácil de manipular e de instalar.</p>
<p><span id="more-9"></span>O sistema é feito em Java então tem versão para diversas plataformas, mas isso o torna um pouco mais pesado que os concorrentes. Nada que o torne uma má escolha.<br />
O mais interessante do sistema são os gráficos gerados. Muito interessante para apresentar dados para a diretoria, sem ter que fazer a tabulação manual dos mesmos em outros softwares. Estes podem ser gerais ou de hosts/protocolos específicos com uma caixa de diálogo (parecido com gibi mesmo) que apresenta os dados pertinentes do ponto onde o mouse se encontra.</p>
<p>Deixemos de enrolação e mãos a obra.</p>
<p>Acesse <a href="http://www.objectplanet.com/probe/">o site do projeto</a> e mande baixar o pacote para o seu sistema operacional. Será necessário fazer um cadastro simples (extremamente simples) e ativar o e-mail.</p>
<p>Assumiremos aqui que você está utilizando Linux no servidor (o servidor em questão faz o roteamento de minha rede). Pessoalmente eu recomendo este SO para utilizar em sistemas como um firewall/router. Talvez você prefira um BSD ou outro Unix para esta tarefa então você deverá fazer algumas adaptações mas a essência será a mesma.</p>
<p>Para o funcionamento do sistema será necessário o Java (da SUN), então caso não tenha, instale essa dependência.</p>
<p>Baixe o pacote em tar.gz e descompacte:</p>
<p><em>$ tar -xvzf netprobe-2.1.1.tar.gz</em></p>
<p>Abra a porta 7030 do firewall (necessário se desejar acessar o sistema de outra máquina):</p>
<p><em># iptables -A INPUT &#8211;d-port 7030 -j ACCEPT</em></p>
<p>O ideal é que você coloque isso em seu script de firewall para iniciar automaticamente no boot do SO.</p>
<p>Acesse a pasta criada e altere o arquivo &#8220;netprobe&#8221; alterando a linha &#8220;JAVA_PATH=&#8221; para apontar pro caminho dos binários do Java. No meu caso ficou assim:</p>
<p><em>JAVA_PATH=/usr/lib/jvm/java/bin</em></p>
<p>Inicie o sistema passando como parâmetro a interface que ele deverá monitorar ou nenhum parâmetro para monitorar todos (neste caso ele perguntará qual interface quer monitorar ou 0 para todas).</p>
<p><em># ./netprobe start eth0</em></p>
<p>Na primeira execução será perguntado uma senha para o administrador. Posteriormente poderá ser criado outros usuários.</p>
<p>Adicione também este comando como um serviço a ser iniciado junto com o SO.</p>
<p>Para acessar o sistema use o seu browser com algo da seguinte forma:</p>
<p><em>http://ip_do_seu_servidor:7030</em></p>
<p>Ele pedirá a senha do admin criada acima.</p>
<p>Após isto é só navegar nas funções. O sistema é bem intuitivo e apresenta diversos dados do tráfego. Vale a pena fazer uma análise.</p>
<p>Espero que este pequeno artigo seja de grande utilidade a todos que como eu, necessitam de reais informações sobre a situação do tráfego em seus servidores.</p>
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		<item>
		<title>Montando um servidor Linux com sshfs no suse</title>
		<link>http://www.whitetiger.com.br/montando-um-servidor-linux-com-sshfs-no-suse/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 19:20:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Itiho Amano</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[fuse]]></category>

		<category><![CDATA[SSH]]></category>

		<category><![CDATA[sshfs]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu estava a procura de uma maneira de fazer um &#8220;mount&#8221; de um sistema de arquivos em um servidor Linux utilizando o SSH. Para quem não sabe o SSH também faz transferência de arquivos e não apenas envio de comandos e recebimento de respostas.
Alguns podem me perguntar porque não utilizar o fish do KDE? A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu estava a procura de uma maneira de fazer um &#8220;mount&#8221; de um sistema de arquivos em um servidor Linux utilizando o SSH. Para quem não sabe o SSH também faz transferência de arquivos e não apenas envio de comandos e recebimento de respostas.</p>
<p>Alguns podem me perguntar porque não utilizar o fish do KDE? A resposta é que no fish o acesso aos arquivos do servidor remoto não é tão transparente quanto ao montar um compartilhamento NFS ou Samba, pois, por baixo dos panos, ele ainda precisa transferir o arquivo inteiro antes de abri-los ou salvar.</p>
<p>Porque não utilizar o NFS ou o Samba? Simples. Porque com este método não é necessário configuração nenhuma no servidor além do sshd nativo.</p>
<p><span id="more-8"></span><strong>Requerimento</strong></p>
<ul>
<li>sshfs (Presente no CD de instalação)</li>
</ul>
<p><strong>Carregando o módulo fuse</strong></p>
<p>Para o funcionamento do sshfs é necessário o carregamento do módulo do kernel fuse. Carregue com:</p>
<p><em># modprobe fuse</em></p>
<p><strong>Automatizando</strong></p>
<p>Para automatizar o carregamento do módulo, adicione ao arquivo /etc/rc.d/boot.local sequinte linha:</p>
<p><em>/sbin/modprobe fuse</em><strong> </strong></p>
<p><strong>Montando</strong></p>
<p>Para fazer uma montagem logicamente necessitamos de um ponto de montagem, então é isto que criaremos aqui:</p>
<p><em># mkdir /mnt/sshfs</em></p>
<p>Agora podemos montar. Com o comando sshfs -h você encontrará diversas opções mas nada mais praticamente as mesmas opções encontradas no ssh. Utilizaremos a seguinte sintaxe:</p>
<p><em>$ sshfs usuario@&lt;ip_do_servidor&gt;:&lt;pasta_do_servidor&gt; /mnt/sshfs</em></p>
<p>Reparem que o comando pode ser executado como usuário comum.</p>
<p><strong>Considerações</strong></p>
<p>Eu não fiz uma montagem permanente com o fstab pois terá necessidade de utilizar uma chave RSA para autenticação automática, tendo em vista que o sshfs pede senha da mesma forma que o ssh o que impossibilita a montagem sem intervenção humana.</p>
<p><strong>Referencias</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.guiadohardware.net/linux/dicas/136.htm">Transferindo arquivos via SSH com o SHFS Por Carlos Morimoto</a></li>
</ul>
<p><strong>Corrigindo os erros</strong></p>
<p>Por obra do além o módulo do fuse simplesmente parou de ser carregado com o comando modprobe. Verifiquei no modprobe.deb e o caminho do módulo está ok. Todavia ele não apresenta nenhum erro ao ser executado mas simplesmente não carrega.</p>
<p>Para resolver isso eu utilizei o comando insmod que tem como parâmetro o caminho do módulo e não busca no modprobe.deb como o modprobe faz.</p>
<p>Então faremos o seguinte:</p>
<p><em># insmod /lib/modules/2.6.18.2-34-default/kernel/fs/fuse/fuse.ko</em></p>
<p>Substitua logicamente o 2.6.18.2-34-default pelo seu kernel.</p>
<p><strong>Automatizando</strong></p>
<p>Para automatizar este processo de carregamente basta colocar a mesma linha no arquivo /etc/rc.d/boot.local.</p>
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